Quando descobri a gravidez

Quando descobri a gravidez, por Taiane Alfaro – É com imenso entusiasmo que escrevo o primeiro post do blog, não sei bem onde isso vai dar, mas sempre gostei de escrever e transmitir experiências e informações (como uma boa geminiana rs), então uni o útil ao agradável

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O Início de tudo

Estou de frente para uma vista que amo, muito verde, o céu azul e com nuvens branquinhas, morros e o cantar de passarinhos… Geralmente, eu estaria sozinha e em outro lugar, mas hoje, aqui do lado, tenho ELA, a causadora de todo esse reboliço em minha vida: Katharina, minha filha, hoje com 26 dias de vida.

Tenho muita coisa para dividir com vocês, mas neste post, vou contar como e quando descobri minha gravidez, afinal, é o começo de tudo, o meu novo começo… Uau, sério, muda tudo.

Era dia 29 de maio de 2017, no dia anterior, eu estava noivando com o pai da Katharina, o Gabriel, a gente não sabia de nada. Eu, para ser sincera, nem desconfiava até aquele dia… Ou até pudesse passar pela minha cabeça, afinal, eu vivia pensando “ai meu Deus, será que estou grávida?” e nunca estava, então aquele teste que comprei no dia 29 de maio, era só mais um negativo, eu pensava.

 

Os primeiros sintomas

Há alguns dias que eu já vinha me sentindo muito mal, era um enjoô frequente que não passava, eu não conseguia comer, andava de ônibus/carro com saquinho plástico junto, saia na rua e me sentia mal… Eu pensei que estava tendo outra crise de ansiedade, pois em dezembro do ano anterior, eu havia passado por este episódio, e entre tantos sintomas que a condição reúne, esses que eu estava sentindo eram uns deles, até comecei a buscar ajuda, eu realmente estava muito preoucuda e confusa com o que eu estava sentindo, meu noivado chegando e era até comum se sentir ansiosa, mas conscientemente eu não conseguia atribuir uma coisa a outra, já estava em parafuso com aquilo.

 

O Teste que deu positivo

Até que no dia D, me deu na telha de fazer o teste de farmácia, além de tudo que já disse que estava sentindo, eu também estava com uns quilinhos a mais e eu sempre fui bem magrinha, porém isso eu achava que era por que eu estava sedentária e comendo muito (antes dos enjoôs começarem)… O que me chamou uma atenção especial e sem justificativa, foram meus seios, eles estavam maiores… Ops, perai, por precaução, vou fazer um teste de farmácia.

 

A grande Notícia

Chamei o Gabriel e fomos à farmácia, comentei as observações com ele e fomos naturalmente e sem medo algum. Compramos e voltamos, eu não tinha falado nada com ninguém além dele, afinal, foi uma suspeita súbita. Chegando em casa, fui ao banheiro e fiz o procedimento do teste (sem olhar de uma vez pro potinho com a tira, afinal, a gente sempre fica tensa, né?), até que depois do suspense que eu mesma criei, eu olho pro lado e O QUE? DUAS LINHAS? HÁ? COMO ASSIM? MAS EU POSSO ENGRAVIDAR? NÃO, NÃO PODE SER? … Sai do banheiro em choque e fui pro quarto, ergui o teste para o Gabriel e ele sorriu, ficou meio em êxtase, e eu ali, chorando, não sei direito por que, acho que foi uma mistura de desespero com desejo de ser mãe, de ter uma família com o homem que eu amo, daquele sonho que a maioria das mulheres tem desde adolescentes, de ter um marido e filhos, casar… Fui contar pros meus pais em prantos, primeiro minha mãe, que recebeu a notícia muito bem e disse que depois contaria pro meu pai, eu não quis, pedi para chamá-lo, eu mesma contei… Ele também falou pra eu me acalmar, eu não estava sozinha.

 

Nasce um amor incondicional 

Bem, e assim eu descobri que estava esperando a Katharina. No dia seguinte mesmo, eu fiz um ultrassom para confirmar e a essa altura, o meu medo era não ter nada ali rs Eu me acostumei super rápido com a ideia, e na manhã seguinte bem cedinho, fui até a clínica e lá estava ela (que eu não sabia que era ela) com 8 semanas, um feijãozinho, um feijãozinho com batimentos cardíacos acelerados, pouco mais de 180 bpm, nossa… Sai daquela sala com a mão na minha barriga (que ainda não existia, mas para mim existia), voltei pra casa feliz, desfilando com o ultrassom na sacola da clínica… 8 semanas, ainda havia um longo caminho pela frente.

 

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